Prezados e queridos leitores assíduos do Blog
Por absoluta falta de tempo vou dar uma brecada no blog. Ia desativar, mas decidi deixar ele quieto, adormecido por enquanto. De agora até sei lá quando, só escrevo para a firma. Abraços para todos
terça-feira, 8 de julho de 2008
terça-feira, 20 de maio de 2008
Cony na praça Venceslau
"Na ida para Havana, fizera escala em Praga, vi o enorme busto de Stálin, na praça Venceslau, derrubado de seu pedestal no início do movimento que estouraria na primavera do ano seguinte e que foi sufocada pelos tanques soviéticos." - Carlos Heitor Cony
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Las asteriscas
Depois de Angélica Pinheiro, foi a vez de Marlon Maciel arrumar sua gaveta e puxar o carro da revista IMPRENSA. Agora, na redação, só trabalham as duas (brilhantes) estagiárias: Karina Padial e Ana Ignácio, mais conhecidas por "Asteriscas". Explico: é que o nome delas (quando aparece nas matérias) vem sempre seguido de um asterisco, que explica: "Da equipe de estagiárias da revista IMPRENSA"...
Atualizai-vos
Hoje fiquei com dor na consciência. Um leitor do glorioso hebdomadário Contato, que é do papito, reclamou: "Por quê você coloca anúncio do blog no jornal, se não atualiza todo dia?". De fato. Vou tomar vergonha na cara. Ainda mais depois que conheci o sensacional blog da Marília Neustein, colega de coluna, com textos saborosos e diários. Dá um pulo lá: blogdamazy,blogspot.com.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Síndrome do "Pânico"
O repórter Rafael Cortez, do CQC (Custe o que Custar), da Band, e sua equipe, foram violentamente expulsos da inaguração de um hospital em Mboi Mirim, na terça, por seguranças do governador Serra. Eles tiveram tempo apenas de fazer uma pergunta ao tucano: "O sr votará em Alkmin ou Kassab?". Detalhe: o prefeito estava do lado. Serra, como sempre, fechou a cara e saiu andando. Quem me contou essa história foi Eliane Leme, assessora da imprensa da Band. Segundo seu relato, a turma, liderada por Marcelo Tass, reclama que os políticos não estão levando o programa na esportiva, como fez o ex - presidente argentino Kirchner. Em tempo: a versão original do CQC é portenha e se chama "Caiga quem Caiga". Só o senador Suplicy, que se enrolou todo quando resolveu contar que havia experimentado maconha, adora a turma.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Uma cerveja para Deporte
Humberto Deporte, assíduo leitor desse blog, segue para você um convite público; vamos tomar uma cerveja?
terça-feira, 8 de abril de 2008
Lavada
Resultado do antológico confronto de tênis com Leo "Ó do Borogodó" Gola neste sábado:
6 - 2, 6-3, 6-4. Um passeio. Vale lembrar que foi o mesmo placar da humilhante derrota imposta a Beto Lima semana passada...Alguém se habilita a uma partdinha?
Quando? Neste sabádo. Onde? Sumaré Tênis. Valendo chope.
6 - 2, 6-3, 6-4. Um passeio. Vale lembrar que foi o mesmo placar da humilhante derrota imposta a Beto Lima semana passada...Alguém se habilita a uma partdinha?
Quando? Neste sabádo. Onde? Sumaré Tênis. Valendo chope.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Bote fé no velhinho
''Você conta com meu apoio, Jandira". De quem é essa frase? De Oscar Niemeyer. Para quem? Jandira Feghali. Aliás, a pesquisa do Datafolha calou os que acham que a insistência de Jandira em concorrer é pura porfia. Ela está, segundo o Datafolha, na liderança do Rio.
A Plenária Estadual do PCdoB-RJ será na Quadra da Escola de Samba Império Serrano, onde também se celebrará o 86º aniversário de fundação do Partido Comunista do Brasil.
A Plenária Estadual do PCdoB-RJ será na Quadra da Escola de Samba Império Serrano, onde também se celebrará o 86º aniversário de fundação do Partido Comunista do Brasil.
WAR - a grande partida
Nesta sexta, na "Arena Itambé", meu amigo Benito, que acaba de voltar de Cuba, vai apresentar uma caixa de charutos Cohiba para que aparecer na jogatina de WAR. Eu entrarei com o Wisky, um Green Label. Inscrições limitadas por este blog. Basta deixar uma mensagem neste post...
terça-feira, 1 de abril de 2008
Paulo H. Amorim na capa
Depois de itensas tratativas, enfim, consegui marcar uma entrevista com Paulo Henrique Amorim. Será amanhã, no ap dele. Pena que eu não poderei ir, devido ao fechamento da coluna.
Mas a conversa está em boas mãos: Renato Rovai e Galuco Faria. Espero, que dessa vez, a Caros Amigos não tenha a mesma brilhante idéia, como aconteceu com Nassif na edição passada. O Nassif, aliás, nem se deu ao trabalho de avisar que havia sido entrevistado dias antes para a concorrente. Resultado: por pouco, Fórum e Caros Amigos não saem com capas idênticas. O jeito foi "parar as máquinas" e fazer uma outra matéria a jato. Mas valeu.
Mas a conversa está em boas mãos: Renato Rovai e Galuco Faria. Espero, que dessa vez, a Caros Amigos não tenha a mesma brilhante idéia, como aconteceu com Nassif na edição passada. O Nassif, aliás, nem se deu ao trabalho de avisar que havia sido entrevistado dias antes para a concorrente. Resultado: por pouco, Fórum e Caros Amigos não saem com capas idênticas. O jeito foi "parar as máquinas" e fazer uma outra matéria a jato. Mas valeu.
terça-feira, 25 de março de 2008
Enfim, voltei
Foram dias complicados os último quinze. Menos de 24 hs depois de sair da IMPRENSA eu já estava de emprego de novo, no Estadão. Sou agora um garimpeiro da coluna da Sonia Racy, no Estadão (a mais lida do jornal, quiça do país). Tenho exrecido como nunca minha capacidade síntese. Como diria Tão Gomes, meu mestre: "Escrever é cortar palavras". A apuração aqui acontece em ritmo alucinante. O dia todo conversando com a nata não peneirada da política.
Mas prometo: de agora em diante, pelo menos uma nota por dia
Mas prometo: de agora em diante, pelo menos uma nota por dia
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Fui
Quando entrei na revista IMPRENSA, em 2000, o meu chefe era o Tão Gomes Pinto. Bons tempos. Grande mestre. Em 2003, fui o primeiro a sair no cabuloso passaralho que abriu um dos mais longos e tenebrosos invernos da revista do Sinval. Volltei em 2004, quando o sol surgiu de novo no horizonte. Nos últimos três anos e oito meses 40 edições foram fechadas, cerca de 70 programas "Imprensa na TV" feitos ao vivo, mais de 100 entrevistas gravadas em fita cassete. Esse foi o meu épico pessoal. Oito anos... é tempo demais falando do mesmo assunto, esperando as mesmas efemérides, engolindo sapos cada vez maiores. Enfim, acabou. Ontem foi meu último dia na revista IMPRENSA. O divórcio foi amigável. O amor acabou, mas a lealdade não.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Si, podemos. By Obama
Minha irmã sister Paty acaba de embarcar para Nova Iorque para uma semana de rolê ao lado da mami Eliana. Leva na bagagem duas encomenda do autor deste blog: um punhado de camisteas do Barak Hussein Obama (sim, esses são os sobrenomes dele) e os cinco dvds da sétima temporada do West Wing. Meu feeling diz que as camisetas serão um sucesso por aqui. Afinal, como diria Jabor, "Obama é jazz". Imagino que é só a Paty dar uma passada em um comitê democrata qualquer e pegar, free, um bucado delas. Amigos e chegados que vivem ou passaram pelos states nos últimos meses dizem que o clima por lá é parecido com o Brasil de 1989, Lula lá. A diferença é que, nesse caso, não existe a Globo. A propósito: o slogan do Obama "Yes, We can", é o mesmo do PC Cubano de 1997, quando eue stive por lá. É, ainda, igualzinho ao "Si, podemos" do Chávez e do Evo...
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
O professor de Ciências Políticas da UFMG, Juarez Guimarães, é uma das fontes
mais requisitadas quando a política mineira está em pauta. Filiado ao PT, ele é um dos mais bem fundamentados críticos do acordo entre petistas e tucanos no estado. Para Fórum ele deu a seguinte entrevista:
Fórum - Do ponto de vista ideológico e programático, alianaç
Juarez Guimarães - A boa relação administrativa entre governo do estado e prefeitura é uma tradição do republicanismo. Deve haver sempre um diálogo construtivo, o que não significa identidade política. Eu sou contra a tese da aproximação de identidade do PSDB com o PT. O PSDB é um partido que mantêm relações mais fortes com a classe média e setores elitizados da sociedade. Já o PT é vinculado fundamentalmente aos setores populares e movimentos sociais. Existe também uma diferença muito grande de organização entre os dois partidos. O PSDB é basicamente institucional, um sigla de caciques. Até hoje, fizeram só dois ou três congressos nacionais. O PT, por sua vez, mantêm padrões de organização direta através dos seus diretórios, e uma militância. São fortes também as diferenças programáticas.
A elite mineira sonha com um presidente do estado
Esse aspecto do imaginário coletivo – ter um mineiro na presidência - foi muito bem trabalhado pelo Aécio Neves. A última vez que isso aconteceu, com Tancredo, ficou a frustração (com a morte dele).
O secretário de estado Márcio Lacerda, que é do PSB, um partido “neutro”, foi o escolhido por Pimentel e Aécio. É um bom nome?
Lacerda é um nome desconhecido. Se for o escolhido, o PT entrará dividido nas eleições. Essa opção pode abrir caminho uma candidatura forte de esquerda, como a da deputada Jô Moraes (PcdoB). O cenário seria imprevisível. Mesmo com apoio do governador e do prefeito, nenhum candidato estará automaticamente eleito. Essa avaliação de que Aécio e Pimentel absolvem o conjunto das forças políticas do estado e que quem não fizer parte disso fica a margem é muita presunção.
mais requisitadas quando a política mineira está em pauta. Filiado ao PT, ele é um dos mais bem fundamentados críticos do acordo entre petistas e tucanos no estado. Para Fórum ele deu a seguinte entrevista:
Fórum - Do ponto de vista ideológico e programático, alianaç
Juarez Guimarães - A boa relação administrativa entre governo do estado e prefeitura é uma tradição do republicanismo. Deve haver sempre um diálogo construtivo, o que não significa identidade política. Eu sou contra a tese da aproximação de identidade do PSDB com o PT. O PSDB é um partido que mantêm relações mais fortes com a classe média e setores elitizados da sociedade. Já o PT é vinculado fundamentalmente aos setores populares e movimentos sociais. Existe também uma diferença muito grande de organização entre os dois partidos. O PSDB é basicamente institucional, um sigla de caciques. Até hoje, fizeram só dois ou três congressos nacionais. O PT, por sua vez, mantêm padrões de organização direta através dos seus diretórios, e uma militância. São fortes também as diferenças programáticas.
A elite mineira sonha com um presidente do estado
Esse aspecto do imaginário coletivo – ter um mineiro na presidência - foi muito bem trabalhado pelo Aécio Neves. A última vez que isso aconteceu, com Tancredo, ficou a frustração (com a morte dele).
O secretário de estado Márcio Lacerda, que é do PSB, um partido “neutro”, foi o escolhido por Pimentel e Aécio. É um bom nome?
Lacerda é um nome desconhecido. Se for o escolhido, o PT entrará dividido nas eleições. Essa opção pode abrir caminho uma candidatura forte de esquerda, como a da deputada Jô Moraes (PcdoB). O cenário seria imprevisível. Mesmo com apoio do governador e do prefeito, nenhum candidato estará automaticamente eleito. Essa avaliação de que Aécio e Pimentel absolvem o conjunto das forças políticas do estado e que quem não fizer parte disso fica a margem é muita presunção.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Elvira Lobato desabafa: "Me senti profundamente agredida"
Em 35 anos de profissão, sendo 23 na Folha de S.Paulo, a repórter especial Elvira Lobato nunca tinha enfrentado, ou ouvido falar, de um massacre como esse a que vem sendo submetida pela ofensiva da dobradinha Record - Igreja Universal, depois que assinou a reportagem "Universal chega aos 30 anos com império empresarial".
Levantamento feito pela Associação Brasileira de Imprensa mostrou que ela tem razão. A enxurrada de processos em escala nacional da Igreja de Edir Macedo contra ela e o jornal é um ataque sem precedentes na história da imprensa brasileira. Elvira, que trabalha na sucursal carioca do jornal, esteve hoje em São Paulo (SP) para conversar com a direção da Folha e com os advogados. Antes de voltar para o Rio, ela recebeu IMPRENSA para a seguinte entrevista: IMPRENSA - Se a enxurrada de processos foi uma surpresa, o que dizer da reportagem da Record do último domingo? Elvira Lobato - Eu só a vi a matéria ontem. Respeito muito o trabalho do repórter. Ele (Afonso Mônaco) me ligou e eu fui delicada e respeitosa. Disse que não podia falar porque isso é uma coisa muito grande. Uma coisa é eu falar com você, que é de uma revista, outra é a TV, que fala com milhões de pessoas. Pedi que ele procurasse o departamento jurídico, porque aquilo seria outra escala. De qualquer forma, eu não imaginava que fosse sair aquela matéria que saiu (domingo, na Record). Aquilo foi uma cosia que me deixou completamente em estado de choque. Me senti profundamente agredida. Mostraram minha foto...isso me entristeceu muito. Eu não imaginava que o jornalista pudesse fazer uma coisa dessas. Jogaram as pessoas contra mim, mostraram minha cara. Qual o objetivo disso? Eu nunca desrespeitei os fiéis, nunca falei que o dinheiro deles é sujo. Sei que eles são trabalhadores limpos. Espero que eles, os fiéis, tenham serenidade. Não sou inimiga da Igreja. Meu trabalho é informar. Eu queria entender porque fizeram aquilo comigo. IMPRENSA - Foi uma surpresa ver o Paulo Henrique Amorim e o Afonso Mônaco apresentando a matéria? Elvira - Olha, isso é uma coisa mais emocional minha. Há momentos na vida de uma pessoa que ela faz coisas que não concorda. Pode ser por necessidade de dinheiro, para pagar o tratamento de um filho que está no hospital. Existem coisas que justificam...Enfim, o tom da matéria não está à altura daqueles profissionais. O que aconteceu? Eles é que têm que explicar. Se fizeram isso por uma questão de sobrevivência, durmam tranqüilos porque eu os perdôo. Mas se não for isso, não consigo perdoar. Colocar meu rosto daquela maneira... Quem trabalha em jornalismo sabe quem eu sou. Tenho 35 anos de trabalho como repórter. IMPRENSA - Como tem sido enfrentar essa avalanche de processos no Brasil inteiro? Você tem se deslocado para participar das audiências? Elvira - A ABI (Associação Brasileira de Imprensa) examinou os processos e disse que esse é um caso único, sem precedentes na história do jornalismo brasileiro. Eles entraram contra mim e contra a Folha em juizados especiais, também chamados de juizados de pequenas causas. Nesse tipo de instância eu, como pessoa física, tenho que estar presente. Isso seria inviável, porque, em alguns casos, tem duas audiências no mesmo dia em lugares completamente diferentes. A Folha se faz representar. Não é que o caso está correndo à revelia. Estamos cuidando de todos. O jornal nomeia um jornalista ou chefe da região que vai junto com os advogados. Isso exige uma logística inacreditável de advogado para cima e para baixo.
Levantamento feito pela Associação Brasileira de Imprensa mostrou que ela tem razão. A enxurrada de processos em escala nacional da Igreja de Edir Macedo contra ela e o jornal é um ataque sem precedentes na história da imprensa brasileira. Elvira, que trabalha na sucursal carioca do jornal, esteve hoje em São Paulo (SP) para conversar com a direção da Folha e com os advogados. Antes de voltar para o Rio, ela recebeu IMPRENSA para a seguinte entrevista: IMPRENSA - Se a enxurrada de processos foi uma surpresa, o que dizer da reportagem da Record do último domingo? Elvira Lobato - Eu só a vi a matéria ontem. Respeito muito o trabalho do repórter. Ele (Afonso Mônaco) me ligou e eu fui delicada e respeitosa. Disse que não podia falar porque isso é uma coisa muito grande. Uma coisa é eu falar com você, que é de uma revista, outra é a TV, que fala com milhões de pessoas. Pedi que ele procurasse o departamento jurídico, porque aquilo seria outra escala. De qualquer forma, eu não imaginava que fosse sair aquela matéria que saiu (domingo, na Record). Aquilo foi uma cosia que me deixou completamente em estado de choque. Me senti profundamente agredida. Mostraram minha foto...isso me entristeceu muito. Eu não imaginava que o jornalista pudesse fazer uma coisa dessas. Jogaram as pessoas contra mim, mostraram minha cara. Qual o objetivo disso? Eu nunca desrespeitei os fiéis, nunca falei que o dinheiro deles é sujo. Sei que eles são trabalhadores limpos. Espero que eles, os fiéis, tenham serenidade. Não sou inimiga da Igreja. Meu trabalho é informar. Eu queria entender porque fizeram aquilo comigo. IMPRENSA - Foi uma surpresa ver o Paulo Henrique Amorim e o Afonso Mônaco apresentando a matéria? Elvira - Olha, isso é uma coisa mais emocional minha. Há momentos na vida de uma pessoa que ela faz coisas que não concorda. Pode ser por necessidade de dinheiro, para pagar o tratamento de um filho que está no hospital. Existem coisas que justificam...Enfim, o tom da matéria não está à altura daqueles profissionais. O que aconteceu? Eles é que têm que explicar. Se fizeram isso por uma questão de sobrevivência, durmam tranqüilos porque eu os perdôo. Mas se não for isso, não consigo perdoar. Colocar meu rosto daquela maneira... Quem trabalha em jornalismo sabe quem eu sou. Tenho 35 anos de trabalho como repórter. IMPRENSA - Como tem sido enfrentar essa avalanche de processos no Brasil inteiro? Você tem se deslocado para participar das audiências? Elvira - A ABI (Associação Brasileira de Imprensa) examinou os processos e disse que esse é um caso único, sem precedentes na história do jornalismo brasileiro. Eles entraram contra mim e contra a Folha em juizados especiais, também chamados de juizados de pequenas causas. Nesse tipo de instância eu, como pessoa física, tenho que estar presente. Isso seria inviável, porque, em alguns casos, tem duas audiências no mesmo dia em lugares completamente diferentes. A Folha se faz representar. Não é que o caso está correndo à revelia. Estamos cuidando de todos. O jornal nomeia um jornalista ou chefe da região que vai junto com os advogados. Isso exige uma logística inacreditável de advogado para cima e para baixo.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Queridos Amigos

No primeiro capítulo da sofisticada microssérie "Queridos Amigos", que estreou ontem, na Globo, uma turma
das antigas se reencontra para celebrar os velhos tempos. A trama gira em torno de um dos amigos que está doente e com data marcada para morrer. Emocionante. O grande encontro da velha guarda que se amava tanto rola no ano de 1989, portanto 21 anos depois do do mitológico ano que não terminou, 1968, quando todos tinham sonhos, aspirações e outras coisas mais que sumiram com o tempo. Eu nasci em 1975, mas, apesar da pouca idade na época, tenhos profundas lembranças de 1989, especialmente do romantismo do Lula-lá. Mas isso não vem ao caso. Decidi escrever este post depois de uma cena em especial, quando a galera se junta na sala para assistir a uma vídeo e ver as fotos de um dos reveillons que os velhos amigos passaram juntos em Parati.
Ah...Parati. Meus velhos amigos não enfrentaram a ditadura, não pregaram o amor livre e não chaparam ouvindo os Beatles e o iêiêiê. Mas uma coisa eu garanto: desde 1998 passamos momentos inesquecíveis em Parati. Tenho certeza daqui uns 10,15 ou 20 anos, quando olharmos fotos como essa do reveillon de 2007 para 2008 no sítio Bela Marina, em plena Rio - Santos, sentiremos a mesma saudade dilacerante dos protagonistas da mini novela da Globo. Amos todos vocês que curtiram carnavais, Flip´s, reveillons e outros feriadinhos e feriadões saboreando as maravilhas da culinária marítima do meu papito PT (Paulo de Tarso para os não iniciados): Na foto Beto Lima, Beta Lima, Márcio Taquaral, Dri Venceslau, Marcelo, Kelly, Marcão, Thereza Cristina, PT, Eliana, João Venceslau e Fabiana. Fora da foto: Paty, Fábio, Flávia Brunetti, Paulinha Cabrini, Fernanda Foca, Fernanda Loira, Gustavo Petta, Hiassa, Carol, Chiquinho...
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
O ventilador de Reinaldo Azevedo
O título já está definido, mas não pode ser revelado. O conteúdo idem. Só uma coisa é certa: em julho (no máximo agosto) o polemista Reinaldo Azevedo vai tirar o sono de muita gente com seu novo livro. Está combinado que a primeira entrevista será para...a revista IMPRENSA, claro.
1808: Hipólito da Costa e o DNA venal
A imprensa brasileira já nasceu venal. Esta uma das conclusões da longa entrevista que eu e a repórter Angélica Pinheiro fizemos com Laurentino Gomes, autor do best-seller "1808", da editora Planeta. Para os não iniciados: o Correio Braziliense foi o primeiro jornal brasileiro "independente". Pena que era editado em Londres. Depois da chegada da corte, o jornal entrava como contrabando no país. "Mas pesquisas recentes mostram que Dom João lia todas as edições. E gostava", informa Laurentino. Em determinado monento, o editor Hipólito da Costa ficou sem grana e fez uma proposta ao rei. "Dom João compraria um determinado número de exemplares (garantiria uma circulação), além de um subsídio. Em troca, o editor manteria as críticas sobre controle. Há uma grande polêmica se o acordo se efetivou, mas a negociação existiu. E foi Hypólito que pediu. Os leitores jamais souberam".
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Um pensamento
"Para citar o ex-presidente Sarney, não são só os cargos que têm uma liturgia: as viagens oficiais também. E ninguém pode imaginar que um ministro brasileiro tome uma decisão estratégica, que envolve alguns bilhões de dólares, porque lhe serviram um caviar de boa qualidade. Isto é minimizar as pessoas (ou, pior, significa que os repórteres aplicam a autoridades o comportamento que, em situação idêntica, julgam que teriam)". - Carlos Brickman
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Gianinni no UOL
Graaande notícia. Meu amigo Alessandro Gianinni, um dos melhores cronistas do cinema nacional, deixou a SET, onde era editor, e foi para o UOL, onde será editor do canal de cinema.
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